A SALA DE AULA COMO PRIMEIRO FILTRO: DETECÇÃO PRECOCE E ATRASO NO DIAGNÓSTICO DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NO MÉXICO
Resumo
Este estudo analisa os fatores que influenciam o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em uma amostra de 67 crianças de Veracruz, México. Investigou-se a idade de detecção dos primeiros sintomas, os participantes fundamentais nessa identificação e o tempo transcorrido até a confirmação diagnóstica. Os resultados indicam um intervalo médio de 4,35 anos entre a primeira suspeita e o diagnóstico formal. O pessoal docente da educação pré-escolar foi o principal identificador de sinais de alerta (29,49%), seguido por pais e médicos (27,86% cada um). Os sintomas mais comuns foram deficiências na linguagem (29,14%), problemas de comportamento (17,72%) e falta de contato visual (16,18%). Esses achados destacam a necessidade de implementar estratégias de capacitação voltadas aos educadores e de fortalecer os protocolos de detecção no sistema de saúde para reduzir a lacuna diagnóstica e promover a intervenção precoce, melhorando assim o prognóstico e a qualidade de vida das crianças com TEA e de suas famílias.
Palavras-chave: Autismo infantil; diagnóstico precoce; intervenção precoce; transtornos do espectro autista.
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